Justiça Eleitoral exige ônibus em São Paulo e multa prefeitura em caso de descumprimento
Diante desses fatos, solicitamos que sejam verificadas, junto à prefeitura de São Paulo, as medidas para garantir o transporte dos eleitores na cidade de São Paulo e junto à empresa Viação Cometa se esta se encontra operando regularmente, ou se estão sendo impostas dificuldades para o transporte de eleitores.
PT-SP, em nota
Justiça Eleitoral determina operação total da frota de ônibus em São Paulo no segundo turno. Conforme a decisão, a Prefeitura deve garantir a circulação de veículos em quantidade equivalente a dias úteis para facilitar o acesso dos eleitores aos locais de votação.
Multa de R$ 100 mil por descumprimento. O juiz também prevê responsabilização pessoal para o prefeito Ricardo Nunes (MDB) e o presidente da SPTrans, Victor Hugo Borges, caso a determinação não seja cumprida.
Prefeitura de São Paulo informa sobre as adequadações no transporte. Em nota, a administração municipal comunicou que enviou diretrizes para todas as empresas de ônibus, seguindo a ordem do TRE-SP. A SPTrans destacou que o planejamento da frota para o dia da votação foi baseado em critérios técnicos e na demanda prevista, embora tenha reconhecido que as informações foram emitidas com menos de 12 horas de antecedência.
A Prefeitura reconheceu que a ampliação da frota em um curto prazo apresenta desafios técnicos, pois implica ajustes nas escalas de trabalho e nas jornadas previamente organizadas. A reassentamento das escalas pode complicar a operação no dia da votação.
Nota da prefeitura
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