Campeã do BBB 26, Ana Paula Renault comenta luto e estratégia de jogo
Após uma vitória histórica no BBB 26, Ana Paula Renault, 44, foi recebida por Ana Maria Braga, 77, na manhã desta quarta-feira (22), diretamente nos estúdios do “É de Casa”, no Rio de Janeiro.
Em conversa com a apresentadora, a campeã disse que, embora ainda não tenha conseguido dormir e nem descansar, já teve “momentos muitos acolhedores com a família”.
Dois dias antes de sair vitoriosa do reality show da TV Globo, a sister perdeu o pai, Gerardo Henrique Renault, aos 96 anos, mas decidiu permanecer na disputa após ser informada pela produção sobre o ocorrido.
Questionada sobre o favoritismo desde o início da temporada, Ana Paula confessou que não fazia ideia de como estava sendo julgada do lado de fora.
“Claro que eu entrei com uma missão, inclusive foi o que conversei com o meu pai. Quando eu recebi o convite, eu conversei com ele. Envolve toda minha família. Não é uma decisão unilateral”, explicou antes de recordar sua participação em 2016, quando deixou o programa expulsa por agressão.
“Eu era mais nova, menos cansada e mais inconsequente. Acho que [minha experiência] me ajudou a concluir isso. Eu fui interrompida de forma abrupta, expulsa”, conta.
Segundo Renault, na época, os adversários já conversavam sobre leva-la ao extremo. “Eles tentaram cravar essa expulsão, e eu cedi aos estímulos. A minha expulsão foi legítima. Só que eu voltei!”, adiciona.
Como sobreviveu ao BBB 26?
Sobre a estratégia para “sobreviver” ao jogo em sua segunda participação, Ana disse que buscou “irritar quem a irritava.
“Eu percebi que, em determinados momentos, quando a mascara estremecia e caía no chão de vez, eu levava a pessoa ao limite. Minha [estratégia] era expor o jogo das pessoas. Eu tinha uma meta e não mudei de comportamento”, entrega.
“Meu calcanhar de Aquiles era o meu pai. Eu tentava observar todos os meus adversários para alcançar meus objetivos. Eu sentia necessidade de desmascarar as pessoas para o publico”, explica.
Por fim, Renault confessa que a grande estratégia é “mostrar quem se é”. “Eu me permiti ser mal vista, ser verdadeira, a mulher livre que eu sou, em um mundo que não gosta de mulheres livres e independentes”, conclui.



COMENTÁRIOS