Região Sul enfrenta alertas de baixa umidade, vendaval e onda de calor

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Região Sul enfrenta alertas de baixa umidade, vendaval e onda de calor

O Rio Grande do Sul terá uma semana marcada por tempo instável e chuva frequente, com a atuação de diferentes sistemas meteorológicos. Nesta terça-feira (21), o cenário ainda conta com a formação de um ciclone sobre o oceano. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas para a Região Sul de “baixa umidade”, “vendaval” e “onda de calor”. 


A Climatempo informou que as condições na Região Sul ganham mais intensidade com a formação de um novo ciclone sobre o oceano, na costa do Uruguai e no norte da Argentina, além da formação e avanço de uma frente fria. 


A empresa ressalta que esse sistema contribui para espalhar e intensificar a chuva em diversas regiões do estado, aumentando a frequência das pancadas. 


Além da chuva, há previsão de rajadas de vento moderadas, principalmente em áreas do sul, leste e litoral do Rio Grande do Sul. O Inmet também emitiu um alerta amarelo de “vendaval”, indicando ventos entre 40 km/h e 60 km/h. 


A Climatempo informa ainda que, na quarta-feira (22), a chuva pode perder intensidade em parte do estado, embora o tempo permaneça instável, com pancadas esporádicas. Já na quinta-feira (23), a intensificação do fluxo de umidade sobre o Rio Grande do Sul deve voltar a aumentar as instabilidades. 




Os demais estados do Sul também enfrentam outros fenômenos. 


O Paraná recebeu do Inmet um alerta amarelo de “baixa umidade”, com índices que podem variar entre 30% e 20%. 


Para os três estados da Região Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, permanece o alerta de onda de calor. Segundo o Inmet, até o próximo sábado (25), toda a região, além de Mato Grosso do Sul, no Centro-Oeste, poderá registrar temperaturas até 5 °C acima da média durante o período. 


Ainda não é o El Niño


O meteorologista Alexandre Nascimento explica que, apesar das condições no Sul, o momento atual não corresponde ao fenômeno El Niño. 


No entanto, há possibilidade de ocorrência de El Niño que pode trazer mudanças climáticas significativas e efeitos extremos. O meteorologista explica que o El Niño costuma se formar no início do segundo semestre. “O El Niño costuma se formar entre os meses de maio e julho, e seus efeitos podem ser sentidos no Brasil”, explica. 


















O fenômeno tende a provocar maior concentração de chuvas na Região Sul e redução no Norte e Nordeste, além de favorecer ondas de calor no país. 


O especialista também aponta que o El Niño poderá causar chuvas intensas, ventania, granizo e, eventualmente, até tornados. 


 


*Sob supervisão de Thiago Félix 




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