Segundo a PRF, não havia documentação que justificasse o transporte do material. A mala, trancada com cadeado, estava em condições precárias de conservação e sem etiqueta identificando o conteúdo. Registros da viagem indicam que a bagagem saiu de São Paulo e tinha como destino Campo Alegre de Lourdes, na Bahia.
Ao abrir a mala, os agentes encontraram ferramentas de construção civil, uma caixa plástica com a ossada humana e um invólucro com cinzas humanas. Uma etiqueta trazia o nome de uma mulher. O material e o motorista do ônibus foram levados à 16ª Delegacia de Polícia Civil, em Planaltina.




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