Nem interferência de Trump evita eliminação: EUA sofre goleada da Bélgica e dá adeus à Copa do Mundo
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e presidente da Fifa, Gianni Infantino, posam para foto com o troféu da Copa do Mundo no Salão Oval, na Casa Branca. Foto de agosto de 2025. — Foto: Divulgação/Casa Branca Os Estados Unidos foram eliminados da Copa do Mundo de 2026 após serem goleados por 4 a 1 pela Bélgica, em Seattle, pelas oitavas de final. Com a vitória, a seleção belga avançou às quartas de final, onde enfrentará a Espanha.
A equipe norte-americana abriu o placar com Malik Tillman, em cobrança de falta, mas não conseguiu segurar a vantagem. Charles De Ketelaere marcou duas vezes para comandar a virada belga, enquanto Hans Vanaken e Romelu Lukaku completaram a goleada.
A eliminação foi precedida por uma polêmica envolvendo o atacante Folarin Balogun. Expulso na partida contra a Bósnia e Herzegovina, o jogador cumpriria suspensão automática, mas acabou liberado para enfrentar a Bélgica após a Fifa rever a punição.
A decisão ocorreu depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou ter conversado com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, solicitando uma reavaliação do lance. Segundo Trump, o pedido foi apenas para que a jogada fosse revisada, por entender que não houve falta.
A medida gerou críticas da Uefa, que acusou a Fifa de sofrer influência política e classificou o episódio como um precedente preocupante. A reversão da suspensão foi a primeira registrada em uma Copa do Mundo desde 1962, quando Garrincha teve uma punição semelhante anulada.
Apesar da controvérsia e da liberação de Balogun, a seleção dos Estados Unidos não evitou a derrota e se despediu da competição nas oitavas de final do Mundial, disputado em casa ao lado de México e Canadá.









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