Herói da Escócia na Copa custa R$ 82 milhões e cabe no bolso de Flamengo e Palmeiras
O meio-campista foi eleito o melhor jogador da partida na vitória da Escócia por 1 a 0 sobre o Haiti, resultado que colocou os britânicos na liderança do Grupo C da Copa do Mundo
Enquanto o mundo acompanha os craques mais caros da Copa do Mundo, algumas seleções revelam nomes que parecem muito mais próximos da realidade financeira dos clubes brasileiros. E foi exatamente isso que aconteceu com John McGinn, herói da vitória da Escócia na estreia.
Quem é o Cara: John McGinn
O meio-campista foi eleito o melhor jogador da partida na vitória da Escócia por 1 a 0 sobre o Haiti, resultado que colocou os britânicos na liderança do Grupo C da Copa do Mundo.
Além da atuação dominante no meio-campo, McGinn marcou o gol decisivo que garantiu os três pontos para sua seleção. Capitão da Escócia, ele foi o principal nome da equipe durante os 90 minutos e saiu de campo com o prêmio de melhor jogador da partida.
Aos 31 anos, McGinn atua pelo Aston Villa, da Premier League, onde também é capitão e uma das principais lideranças do elenco. O escocês está no clube inglês desde 2018 e soma mais de 250 partidas com a camisa dos Villans.
No Bolso: Ele cabe no seu time?
Segundo dados do Transfermarkt, John McGinn possui valor de mercado estimado em 13 milhões de euros, cerca de R$ 82 milhões na cotação atual. O valor chama atenção porque é inferior ao investimento recente realizado por diversos clubes brasileiros em reforços de impacto. Além disso, McGinn já tem experiência em alto nível europeu, disputando Premier League, competições continentais e agora uma Copa do Mundo.

Apesar de atuar em uma das ligas mais ricas do planeta, seu valor de mercado não está distante das cifras que Flamengo, Palmeiras e Botafogo já desembolsaram em contratações nos últimos anos.
A Voz da Arquibancada: A web já pediu
A atuação diante do Haiti rapidamente chamou a atenção dos torcedores brasileiros nas redes sociais. Muitos internautas destacaram que McGinn reúne características raras no mercado: liderança, intensidade, chegada na área e experiência internacional. Não demorou para surgirem comentários sugerindo o nome do escocês em clubes do Brasileirão.
Onde ele encaixaria no Brasileirão?
No Flamengo
Poderia atuar como um segundo volante de chegada, dividindo funções com De La Cruz e oferecendo intensidade física para um setor que sofre com lesões frequentes ao longo da temporada.
No Palmeiras
Seria um nome com a cara dos times de Abel Ferreira. Capacidade de pressão, liderança e versatilidade para atuar em diferentes funções do meio-campo fazem de McGinn um jogador compatível com o estilo exigido pelo treinador português.
No Cruzeiro
Entraria como um meio-campista completo, ajudando tanto na construção quanto na chegada ao ataque. Sua experiência internacional também poderia acrescentar personalidade a um elenco que busca mais protagonismo em competições decisivas.
Aos 31 anos, John McGinn dificilmente aparece entre os nomes mais comentados da Copa do Mundo. Mas depois de decidir a estreia da Escócia e custar menos do que algumas estrelas do futebol brasileiro, o capitão escocês certamente entrou no radar de muitos torcedores pelo país.



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