Diego Lugano aponta Portugal favorita na Copa e coloca Seleção Brasileira acima da Argentina
Ex-zagueiro uruguaio acredita que Cristiano Ronaldo pode ser beneficiado por pênaltis e vê Seleção Brasileira como principal força
A poucos dias do início da Copa do Mundo de 2026, Diego Lugano movimentou o debate sobre favoritos ao título. O ex-zagueiro uruguaio afirmou, durante participação no programa “Resenha da Rodada”, da ESPN, que Portugal aparece como principal candidata ao troféu e ainda colocou a Seleção Brasileira acima da Argentina entre os representantes sul-americanos.
Segundo o ídolo uruguaio, um dos fatores que colocam os portugueses em posição privilegiada seria justamente a possibilidade de Cristiano Ronaldo ser decisivo em momentos cruciais. Para Lugano, as penalidades podem ter peso semelhante ao que ocorreu com Lionel Messi na campanha argentina em 2022.
Durante a análise, Lugano relembrou a trajetória argentina no Catar e destacou a influência dos pênaltis em momentos importantes da campanha campeã. Na visão do ex-defensor, Portugal pode ter cenário parecido.
Lugano aposta em Cristiano Ronaldo e cita exemplo de Messi
“Portugal é favorito porque Cristiano vai ter pênaltis a favor como teve Messi”, afirmou Lugano durante o programa esportivo.
Mesmo colocando Portugal no topo da lista, Lugano também fez elogios ao trabalho desenvolvido pela Seleção Brasileira. Para ele, o time comandado por Carlo Ancelotti chega mais preparado que os rivais sul-americanos.

Na opinião do ex-zagueiro, o Brasil possui maiores condições de fazer uma campanha profunda na competição do que a própria Argentina, atual campeã mundial. O posicionamento chama atenção porque a equipe argentina aparece entre as favoritas em praticamente todas as projeções internacionais.
Seleção estreia em meio à pressão por título

A equipe brasileira inicia sua caminhada no Mundial no próximo dia 13 de junho, contra Marrocos, pelo Grupo C. Após a goleada recente sobre o Panamá e os testes realizados por Ancelotti nos Estados Unidos, a expectativa é alta para o início da competição.
Depois de 24 anos sem conquistar a Copa do Mundo, a pressão pelo hexacampeonato acompanha a delegação brasileira, que chega cercada por expectativas e também por opiniões divergentes sobre seu real favoritismo.



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